Já faz um ano da cobertura mais urubu da TV brasileira

 

Faz um ano que Lindemberg Alves manteve Eloá Pimentel em cativeiro por vários dias. A reportagem aí de cima eu procurei depois. Os nomes eu lembrava decor. Claro, falou-se apenas disso por vários dias. Nas TVs, os contadores de horas só aumentavam. A mesma fez a cobertura mais exploradora e oportunista que o Brasil já viu desde a tragédia de Isabella Nardoni. Foram programas interrompidos ou “dominados” por esse acontecimento, imagens de todos os ângulos, conversas por telefone, até o dia da invasão policial. Acabou acontecendo o pior possível: a morte de Eloá. Ainda se passaram semanas e o tema dos principais programas jornalísticos era este.

Regina Volpato, jornalista e ex-apresentadora do programa Casos de Família, tem um adesivo convocando para matar sua TV. Cuidado ao seguir o conselho dela, pode sair muito sangue e manchar sua roupa e, se o caso ganhar destaque, você será o novo assunto do Datena, da Sonia Abrão e ladeira abaixo…

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